Fiat lança inédita versão da Strada com três portas, a partir de R$ 42.330

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Com um passo à frente da concorrência, a Fiat lança no mercado brasileiro a Strada 2014 com a inédita versão de três portas. A picape continua a ser oferecida com três opções de cabine (curta, estendida e dupla), três versões de acabamento (Working, Trekking e Adventure), três configurações de motor (1.4, 1.6 e 1.8, todos flex), além de dois tipos de câmbio (manual ou Dualogic Plus -automatizado).

Imagem Divulgação
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Fiat Strada 2014 muda o visual e ganha inédita versão com três portas (Fotos: Divulgação)
O objetivo da marca, com a versão três-portas, é facilitar a vida de quem anda no banco de trás da picape, oferecendo um acesso mais prático, por meio da terceira porta. Por fora, não há maçaneta para abrir ou fechar. O mecanismo fica na lateral interna e, para acionar, é necessário que a porta do passageiro da frente seja aberta, para depois pressionar a alavanca de abertura para que os passageiros do banco de trás possam entrar ou sair.

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A terceira porta fica do lado direito da picape, não há maçaneta aparente

A coluna central ficou de fora da picape para que, segundo a Fiat, o espaço para o acesso ao banco traseiro seja maior e mais fácil. No entanto, sem a coluna, o cinto de segurança do passageiro da frente é preso nesta terceira porta, tendo uma das pontas fixa a um trilho, localizado ao lado do banco traseiro. Ao abrir a porta, a terceira ponta do cinto corre pelo trilho para que o acesso dos passageiros não tenha obstáculo. Mas quando a porta é fechada, a mesma ponta retorna ao lugar certo para que o viajante da banco da frente possa usar o cinto novamente. Ou seja, se alguém estiver no assento da frente, terá que tirar o cinto de segurança para que a terceira porta seja aberta. Incômodo ou não, a terceira porta não é totalmente “independente”.

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Para abrir a terceira, é preciso acionar o mecanismo que fica na lateral interna da porta
“Porta Suicida” – Para abrir a terceira porta, é preciso acionar o mecanismo que fica na lateral interna da mesma
A linha da picapinha, líder de vendas no segmento, muda o visual da carroceria e ganha alguns detalhes no interior. De acordo com a marca, foram colocados 300 novos componentes no modelo. A versão Adventure, por exemplo, recebeu nova grafia e o nome da configuração mudou de lugar na traseira; já a Working tem novo parachoque dianteiro. Todas as opções receberam novas caixas de roda e as caçambas aumentaram a capacidade de carga, em relação ao modelo anterior. A cabine curta recebeu 120 litros a mais, a estendida 110 l e cabine dupla 100 l.

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Modelo ganhou novas caixas de roda e ficou 8 cm mais alta na caçamba, em relação ao modelo anterior
A Strada também carrega mais recheio na linha 2104. Na lista de itens de série da versão de entrada, as novidades são: air bags frontais, freios ABS, novos parachoques e abertura elétrica da tampa de combustível. A Trekking acrescenta ar-condicionado e novo volante, enquanto a topo de linha (Adventure) ganha rodas de liga leve de 16″ e banco do motorista com regulagem de altura. Entre os opcionais destacam-se: rádio com MP3, Bluetooth; volante em couro com comandos de áudio, bancos de couro; câmbio Dualogic e teto solar com acionamento elétrico (disponível a partir de janeiro nas lojas).

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Versão topo de linha não acompanha câmbio Dualogic, teto solar e rádio. Estes itens continuam a ser opcionais
RODANDO – Avaliamos a versão topo de linha (Adventure cabine dupla, com câmbio Dualogic Plus) em curto teste por trecho rodoviário. Não há novidade em relação ao motor. O propulsor que equipa a opção avaliada é o 1.8 flex de 132 cv, disponíveis a 5.250 rpm, quando abastecido com etanol. Reage bem aos comandos, tem força (18,9 kgfm, a 4.500 giros) e, casado com a transmissão automatizada, facilita e dá descanso ao pé do motorista, que dispensa o pedal da embreagem, e folga também para a mão, que não precisa se preocupar com a troca de marcha.

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Versão Adventure ganhou 100 l a mais de capacidade na caçamba
O câmbio Dualogic Plus foi melhorado e os trancos estão muito mais suaves, quando comparados à geração anterior da transmissão. Ao dar um pouco de leveza ao pedal do acelerador, ele age ainda melhor, com menos “soluços”. Ao contrário, quando se acelera com vontade. O volante é pesado e não tem ajuste de profundidade, o que atrapalha na hora de achar uma boa posição. Falta este item para que a ergonomia ganhe elogios.

O acabamento interno utiliza bastante plástico pelo painel e portas (em alguns pontos do tipo frágil). O espaço no banco traseiro é justo para as pernas; não pode haver muita expectativa, até por ser uma picapinha, que ainda assim, oferece dois lugares a mais para passageiros. O acesso pela terceira porta facilita muito a entrada e saída. Um outro item que faz notar sua ausência é o sensor de estacionamento, que poderia fazer parte como item de série na versão topo de linha.

Suas principais rivais são Volkswagen Saveiro e Chevrolet Montana, mas nenhuma traz esta opção de três portas. Resta esperar se vão seguir os passos da Fiat.

Confira os preços:

  • Working (cabine curta)- R$ 33.750
  • Working (cabine estendida) – R$ 36.870
  • Working (cabine dupla) – R$ 42.330
  • Trekking (cabine dupla) – R$ 48.360
  • Adventure (cabine estendida) – R$ 49.480
  • Adventure (cabine dupla) – R$ 54.360

* viagem feita a convite da marca

Via: ZAP