Vernissage da exposição de Fábio Baroli acontece nesta sexta-feira

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Imagem Divulgação

“Erotismo e Apropriação” é o nome da exposição que Fábio Baroli apresenta no Adamastor Centro de 4 a 23 de setembro. A mostra é resultado da premiação que o artista plástico recebeu pelo 2º lugar (júri técnico) no 9º Salão de Artes Visuais de Guarulhos. Na oportunidade, Baroli apresentou a série de pinturas “Narrativas Privadas, composição 1, 5 e 6”. A vernissage com o artista acontece nesta sexta-feira, dia 3, às 19 horas. A entrada é gratuita.

A exposição “Erotismo e Apropriação” apresenta três séries de pinturas (Semblantes, Apropriações Textuais e Narrativas Privadas) e duas intervenções (apresentadas como registros), realizadas a partir de 2006. Em Semblantes, o artista retoma a tradição da pintura de retratos; em Apropriações Textuais, ele apresenta pinturas que tem uma tensão mais rebelde; e na série Narrativas Privadas, as pinturas são concebidas a partir da apropriação de imagens eróticas de homens e mulheres em sua intimidade. A forte carga de erotismo aparece também nas intervenções que se transformam em objetos fálicos. A exposição tem curadoria do carioca Jozias Benedicto e traz um conjunto com 17 obras que se relacionam em si.

Conheça o artista

Fábio Baroli nasceu em Uberaba (MG), mas vive desde 2003 em Brasília. Bacharel em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB). é produtor cultural e programador visual da diretoria de arte e cultura da UnB e professor de pintura e desenho no ateliê Coletivo2. Desde 2001 participa de exposições individuais e coletivas em galerias, museus e salões de várias partes do país, como Minas Gerais, Pará, Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Em 2009 foi premiado no 5° Salão de Artes Plásticas de Suzano, na 28ª edição do Salão Arte Pará, no 9º Salão de Artes Visuais de Guarulhos e no 1° Prêmio Espaço Piloto de Arte Contemporânea. Sua obra foi publicada na revista americana Poets and Artists. Em 2010 teve a obra homenageada pela curadora Renata Azambuja na exposição Arquivo Brasília: cidade imaginário.

Serviço

FONTE: PMG